
02 de fevereiro de 2010
Encaixotando Kiara, assim como o cineasta e diretor David Lynch fez com Helena... Correndo atrás...
Olho para algumas das coisas espalhadas pelo chão da sala e percebo a evolução do processo de mudança das minhas coisas e pertences pessoais... Decisão de mudar de casa, de Estado e de vida...
Adiei enquanto pude... Fingimento programado e de acordo com a vontade de deixar de lado o relógio e suas horas... Quero ir e a decisão foi tomada com a maturidade que é permitida, apesar da insistência de meus fantasmas cobertos de dúvidas...
Hesitei, confesso... Mesmo assim, mergulhei para lavar a alma da tortura constante e mental da cobrança... Imperfeição... Vale o agir e a verdade estampada no seu espelho negro...
Ser Eu...
Sinto-me estranha... Algo desconforta meu corpo e nem sei bem se quero saber do que se trata... Outro cigarro para acalmar...
Torpor
Existe um véu denso e negro entre o meu lado verdadeiro e o lado sagaz e calejado, capaz de agir com elegância e dar a todos o que é esperado... Daí veio a “teoria” do agradar até não poder mais...
Se você aceita todas as coisas, normas, opiniões, datas e mais mil coisas, independente de concordar ou não com os pontos, será querida de um grupo... Se fizer o contrário, bem... Ganho um passaporte para o “Parque das Rejeições” ... O tempo se fecha quando o Dragão interior abre as asas e esboça reação, quando ele lança as chamas...
Quando você é você...
Muito bom o fluxo, como sangue descendo pelo ralo:
ResponderExcluiruma cena forte, rápida, que tem um fim abrupto!
Nossaaaaaaaa!!! Arrasou, minha mãe escreve muito. AMEI DEMAIS.
ResponderExcluir