Assisti aos dois últimos blocos de um dos episódios da
oitava temporada de “House” neste exato momento e choro como uma adolescente
durante a cena de encerramento...
Durante um período de experiência, onde Dr. House avalia
os novos candidatos para ocuparem vagas em sua equipe, ele chama uma das
médicas... Ela é uma dessas mulheres comuns, como a maioria, marcada por
inúmeras chagas vindas de uma relação humilhante com um ex-marido cafajeste...
Assim que ela entra na sala, House a ajuda a vestir um
jaleco e depois dá parabéns... Fica claro que ela conseguiu uma das vagas...
Doravante, ele vai além... Depois de uma pesquisa sobre o passado da candidata,
ele usa seu sarcasmo para desvendar o mistério daquela médica tão forte e sagaz
que ao mesmo tempo se mostra insegura e fútil...
E no exato momento onde ele a encosta na parede, ela o
olha firme antes de desvendar o segredo com uma sinceridade inquestionável...
Nessa hora, eu chorei... Me identifiquei com ela e
adoraria que um homem deste porte me desse um taco de baseball nas mãos depois
de me perguntar se eu ainda nutro alguma raiva, rancor ou sentimentos negativos
sobre coisas do passado e me dizesse que a mobília do consultório está paga...
Ela pega o taco e destrói... Ele? Coloca um óculos
especial, senta-se numa cadeira e assiste a cena com um sorriso de satisfação
em seu rosto... Um algoz... Um grande amigo...
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